Mundo Moderno
Mitologia grega no mundo de hoje. Sem castelos, sem reinos esquecidos: metrôs, vielas, escritórios e o trovão escondido em cada relâmpago.

Um RPG de mesa sobre semideuses gregos no mundo contemporâneo. Onze heranças. Um mundo moderno. Um sangue que não te deixa em paz.
◆ Capítulo I ◆
Pantheon se passa hoje. Os jogadores encarnam filhos e filhas dos onze deuses olímpicos, navegando identidade, poder e tentação no mundo contemporâneo. Não há reinos esquecidos: há apartamentos, ruas, faculdades. E, sob a pele, o sangue dos deuses pulsando contra o concreto.
Mitologia grega no mundo de hoje. Sem castelos, sem reinos esquecidos: metrôs, vielas, escritórios e o trovão escondido em cada relâmpago.
Sistemas de Harmonia e Humanidade colocam sua relação com o deus patrono (e com sua própria alma) no centro de cada decisão.
Mecânica acessível e direta: d20 + modificador contra Classe de Dificuldade. Fácil de aprender, fundo o bastante para uma vida de mesa.
Manifesto, sistemas, anatomia da sessão e perguntas frequentes
◆ Capítulo II ◆
Cada herança é um chamado, e um peso. Escolha o sangue que correrá em suas veias.

◆ Capítulo III ◆
Em Pantheon, ficha não é planilha: é alma.
Sistema 01 · 0 a 10
Quão conectado seu personagem está ao deus patrono. Agir conforme seus preceitos amplia poderes latentes; contrariá-los abre fendas de Dissonância, por onde escorre a ira divina. Poder ou distância: você escolhe a cada cena.
Sistema 02 · 0 a 10
Quanto mais você abraça a divindade, mais perde aquilo que o prendia ao mundo dos mortais. Em Humanidade 0, há a Transcendência, e o personagem deixa de ser jogado. Algumas glórias custam tudo o que você foi.
Sistema 03 · Pontos · 0 a 5
Pontos de Tentação (PT) registram cada atalho aceito. Eles compram sucessos garantidos, defesas de última hora e efeitos além do limite — sempre cobrando Dissonância, Harmonia ou Humanidade. Aceitar é fácil; pagar a fatura é a parte que vira história na mesa.
◆ A Ficha ◆
Atributos, Harmonia, Humanidade e Tentação convivem no mesmo pergaminho — cada escolha registrada à mão, como deve ser.
◆ Bestiário ◆
Não são apenas encontros de combate. São dilemas com presas, guardiões de segredos, emissários divinos disfarçados de pesadelo.

◆ Em destaque ◆
Mistura de formas e instintos: cabeça de leão, presas de bode, cauda de serpente. Símbolo de criação impossível, de identidades incompatíveis travadas no mesmo corpo.
Cada parte obedece a uma vontade diferente. Negociar com uma é trair as outras duas.
◆ Outras feras do bestiário ◆
◆ Força bruta · Labirinto
Guardião amaldiçoado de fúria e fome, prisioneiro do próprio chifre.
◆ Veneno · Regeneração
O problema que piora quando enfrentado sem estratégia. Cada cabeça, uma decisão errada.
◆ Limiar · Submundo
Menos monstro, mais força liminar: aquilo que impede a passagem indevida entre vida e morte.
◆ Maldição · Olhar
Horror e punição divina em forma de mulher. Vítima, guardiã, sobrevivente.
◆ Enigma · Sentença
Não devora quem responde. Devora quem mente para si mesmo.
◆ Sedução · Caçada
Emissária noturna de Hécate. Caminha entre amantes e presas sem distinção.

◆ O Livro ◆
Pantheon: O Sangue dos Deuses é mais que um livro de regras. É um artefato de mesa — capa dura, papel offset, ilustrações em cada página e um sistema de jogo projetado para narrativas épicas no mundo contemporâneo.
A Primeira Edição traz o sistema revisado após dois anos de playtests, com novos poderes, novos monstros e um bestiário expandido.
◆ Gratuito ◆
Quick Start PDF
Regras básicas + introdução ao mundo
◆ Físico · Em breve ◆
Livro Completo
Capa dura, arte completa, bestiário expandido
Disponível na pré-campanha do Catarse

◆ Pré-campanha · Catarse ◆
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